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sábado, 5 de novembro de 2005

A floresta Amazônica vem a São Paulo
(Fonte: site Amazonia.org.br )
Um evento de grandes proporções trará um pouco da floresta amazônica para a capital econômica do Brasil: a feira de negócios Mercado Floresta. O objetivo é promover os negócios florestais sustentáveis - madeireiros e não-madeireiros - que vêm, pouco a pouco, se desenvolvendo na Amazônia e em outros biomas brasileiros. Além dos negócios, a feira promoverá palestras e debates sobre algumas questões referentes às nossas florestas como os potenciais e as oportunidades de investimento, o uso sustentável, a certificação, entre outros assuntos.
O Mercado Floresta terá duração de quatro dias, se estendendo do sábado, dia 05 à terça-feira, dia 08. Além das palestras, ocorrerão simultaneamente dois seminários no Museu de Arte Moderna de São Paulo. O Seminário Internacional sobre economia de qualidade e reservas da biosfera será nos dias 05/11 e 06/11. O seminário Gestão, mercados e políticas públicas para produtos sustentáveis da Biodiversidade Brasileira ocorrerá entre 08/11 e 09/11.
enviado por Angela - AngBR às 19:07:11. comentários[0]
sexta-feira, 9 de setembro de 2005

enviado por Angela - AngBR às 23:20:43. comentários[3]
terça-feira, 23 de agosto de 2005

AVISO DA URSA
Amigos visitantes, os novos tópicos da Ursa, agora, podem ser encontrados na parte nova da floresta, do outro lado do rio.
Clique na CANOA para atravessar o rio e visitar a nova floresta da Ursa Sentada. 
enviado por Angela - AngBR às 23:27:41. comentários[4]
segunda-feira, 15 de agosto de 2005
A FLORESTA DA URSA CRESCEU!
Cliquem AQUI para visitar o outro lado da floresta.
enviado por Angela - AngBR às 02:57:28. comentários[11]
Flautas Uruá no ritual do Kwarup
(informações obtidas do site Socioambiental )

Uruá, flauta única formada por 4 tubos. Deve ser tocada sempre por dois índios (foto extraída do site de Jean Pierre Dutilleux )
O Kwarup (nome do ritual na língua kamaiurá, como ficou mais conhecido) é considerado o grande emblema do Alto Xingu, tanto por seus membros como pelos de fora, sendo inclusive conhecidos por moradores das grandes cidades do Brasil, através da mídia. Trata-se de uma cerimônia funerária, que envolve mitos de criação da humanidade, a classificação hierárquica nos grupos, a iniciação das jovens e as relações entre as aldeias (a esse respeito, ver o item "cosmologia e rituais").
Na parte final do Kwarup, duplas de tocadores de flautas uruá (em kamaiurá) visitantes e também anfitriões sopram esses instrumentos, acompanhados de moças que saíram da reclusão, e se movimentam pela aldeia, entrando e saindo das casas. O rito termina com a despedida dos convidados.
enviado por Angela - AngBR às 01:03:15. comentários[6]

Governo do MT anuncia criação do Parque das Castanheiras como 'prioridade'. Greenpeace cobra medidas concretas
(12.08.2005 - Manaus - trecho de matéria extraído do site do Greenpeace Brasil )
Em resposta à ação do Greenpeace realizada na terça-feira (09/08) expondo a destruição dos últimos castanhais nativos do Mato Grosso, a Secretaria de Estado de Comunicação do Mato Grosso (Secom-MT) emitiu nota oficial classificando como "prioritária" a criação do Parque Estadual das Castanheiras, no norte do estado.
Segundo a Secom, que deu destaque à nota em seu site na internet, a proposta de criação do Parque Estadual das Castanheiras já foi encaminhada pelo governo estadual e aceita pelo Ministério do Meio Ambiente para integrar o projeto de Áreas Protegidas da Amazônia (Arpa), liderado pelo governo federal. Na nota, o governo do Mato Grosso usa o nome "Parque Estadual das Castanheiras" proposto pelo Greenpeace. Até agora, o estado se referia à área como Manissuiá-Miçú.
O coordenador do projeto Arpa, Ronaldo Weigland, confirmou na tarde desta quarta-feira (10/08), em conversa com o Greenpeace, que a proposta faz parte da lista a ser analisada na próxima reunião do Arpa e dos doadores do projeto - que tem o apoio financeiro do Banco Mundial, do KFW alemão e da WWF, entre outros. PARA LER A MATÉRIA COMPLETA, CLIQUE AQUI E VISITE O SITE DO GREENPEACE BRASIL
enviado por Angela - AngBR às 00:44:28. comentários[0]
domingo, 14 de agosto de 2005

enviado por Angela - AngBR às 05:07:18. comentários[2]
sábado, 13 de agosto de 2005
Marlui Miranda

(Foto obtida no site MPBNET )
Nascida em Fortaleza e criada em Brasília, mudou para o Rio de Janeiro na década de 70 e estudou violão clássico com professores renomados como Turíbio Santos, Paulo Bellinati e outros. Tocou com Egberto Gismonti, Milton Nascimento, Jards Macalé, e em 1979 lançou o disco "Olho d'Água". Compôs trilhas para cinema e teatro e atua também como compositora. Suas músicas já foram gravadas por Ney Matogrosso, Sá & Guarabyra e outros. A partir da década de 70 passou a pesquisar e estudar a música dos índios brasileiros, atividade a que se dedicou por diversos anos. Ganhou bolsa de uma instituição nova-iorquina e realizou um projeto de preservação e recriação da música indígena da Amazônia brasileira. Com esse trabalho atuou como consultora de música indígena em filmes e eventos, gravou discos para o Brasil e para o exterior e produziu espetáculos, como a missa indígena criada a partir de músicas de tribos e apresentada na Catedral da Sé, em São Paulo em 1997 com a participação de orquestra jazz sinfônica e coral. Desde 1996 é integrante do grupo Pau Brasil. Em 1998 participou do disco "O Sol de Oslo" com Gilberto Gil, Bugge Wesseltoft, Trikot Gurtu, Rodolfo Stroeter e Toninho Ferragutti. (Fonte: site CliqueMusic )
CLIQUE AQUI PARA OUVIR ARARUNA, UMA AMOSTRA DO SEU TRABALHO (Índios Parakanã do Pará - Adaptação e Arranjo de Marlui Miranda - com Marlui Miranda. Arquivo em formato Real Media. Pode ser ouvido no Windows Media Player ou no Real Player).
enviado por Angela - AngBR às 19:52:41. comentários[6]
O Uirapuru de Villa-Lobos
(Fonte: site do Museu Villa-Lobos )

"Sim, sou brasileiro e bem brasileiro. Na minha música eu deixo cantar os rios e os mares deste grande Brasil. Eu não ponho mordaça na exuberância tropical de nossas florestas e dos nossos céus, que eu transponho instintivamente para tudo que escrevo." (Heitor Villa-Lobos)
A despeito de certa influência da música francesa, o "Uirapuru" é das primeiras obras-primas de Villa-Lobos, e dá início a uma linguagem orquestral tipicamente villalobiana. A partitura retrata o ambiente da selva brasileira e seus habitantes naturais - os índios -, com uma impressionante riqueza de detalhes. Aqui, ouviremos o tema que serviu de base para esse poema sinfônico: o canto do uirapuru, pássaro que, dentro da mitologia indígena, representa o rei do amor.
CLIQUE AQUI PARA OUVIR UM TRECHO DO UIRAPURU DE VILLA-LOBOS
enviado por Angela - AngBR às 05:38:26. comentários[6]

(Macaco Cairara (Cebus kaaporis), encontrado apenas na reserva e áreas indígenas adjacentes, ameaçado de extinção; é outro "mico leão dourado" brasileiro, representante exclusivo das ameaças que vem sofrendo toda a Amazônia oriental, a região mais devastada de toda a Amazônia que, além do Maranhão, inclui os estados do Pará e Tocantins, cujo estado atual assemelha-se ao da mata atlântica. Foto e legenda retirados do site Amazônia Maranhense )
A lenda do Cairara - Pajé obeso
Na tribo dos Bororós havia um pajé muito sábio. O Pajé sofria de uma profunda tristeza, pois era muito gordo e por isso todos o chamavam de cairara.
Certo dia, ele descobriu uma erva que os macacos comiam e os conservavam sempre esbeltos e ágeis. Resolveu tomar um chá feito da erva, para ver se ficava esbelto como os macacos.
Durante sete dias ingeriu a porção.
Ficou esbelto, os cabelos finos se alongaram, as pernas encolheram.
Ficou assustado quando viu que até um rabo começou a aparecer.
Parou de beber a droga, mas a transformação continuou.
Hoje o cairara é uma espécie de macaco fino, inteligente e engenhoso que vive nas matas da Amazônia.
enviado por Angela - AngBR às 01:23:36. comentários[2]

(Foto extraída do site FUNDAJ )
enviado por Angela - AngBR às 01:05:14. comentários[0]
Antibióticos, ervas e magia

Encontro de medicinas: Douglas Rodrigues, médico da Unifesp, examina o pajé Prepurê Kaiabi (foto e informações retiradas do site da UNIFESP )
O aval para a aplicação da medicina convencional nas aldeias vem dos próprios pajés, como confirmou o mais velho chefe espiritual do Xingu, Prepurê Kaiabi. Ele não sabe mais há quantos anos nasceu, mas diz que já era adulto quando travou o primeiro contato com os irmãos Villas Bôas, em 1949.
"Eu não tenho culpa de a gripe pegar meu povo", afirma, enquanto é examinado por Douglas. "Quando o branco não encontra doença eu rezo e curo. Mas as curas trabalham juntas."
A arte, ou ciência, da pajelança, foi transmitida a Prepurê por seus avós e não deve morrer com ele. "Estou ensinando o que aprendi a meu filho Tuiá. A cultura de antigamente não pode acabar."
"Medicina mestiça - Outro desafio dos profissionais de saúde é promover a integração entre as três medicinas presentes nas aldeias: a chamada "de branco", as pajelanças e as raízes e ervas. "O povo entende que as doenças de branco devem ser tratadas por nós e as do espírito pelo pajé", explica o agente Yefuká Kaiabi, que também é cacique na aldeia Capivara.
enviado por Angela - AngBR às 00:56:39. comentários[3]
quinta-feira, 11 de agosto de 2005

enviado por Angela - AngBR às 19:43:03. comentários[7]
INBRAPI - Instituto Indígena Brasileiro da Propriedade Intelectual

O Inbrapi defende o Conhecimento Tradicional dos povos indígenas brasileiros. Entende que este é um conhecimento holístico, circular, que não faz ruptura entre o Sagrado e o Profano. Esta é a idéia que está por trás da presença do maracá, instrumento essencial para a cura da humanidade; humanidade esta aqui representada pelo pensamento ocidental, "quadrado", compartimentalizado, que concebe o humano distante da natureza, um dominador capaz de tudo destruir. O Inbrapi quer ser um agente disseminador do Conhecimento Holístico, pelo som dos maracás, pelo poder das ervas e dos sonhos de nossos pajés, mas também pela competência de seus diretores, colaboradores e parceiros. Em função disso, buscará novas formas e metodologias para criar leis que incorporem nosso pensar holístico ao pensamento ocidental na defesa dos reais interesses das comunidades indígenas brasileiras.
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Museu do Índio - Registros Audiovisuais
Clique AQUI para conhecer o site

Povo Umutina, Alto Rio Paraguai, Norte de Mato Grosso (Fotos de Harald Schultz - ano: 1944/1945 - acervo do Museu do Índio)
O acervo fotográfico do Museu do Índio é composto por 50 mil imagens de diferentes povos indígenas, alguns já desaparecidos.
Destacam-se as 1.439 imagens em chapas de vidro e 292 imagens em acetato resultantes dos trabalhos da Comissão Rondon, que instalou as linhas telegráficas no interior do Brasil. Estas expedições, chefiadas pelo Marechal Rondon, percorreram o país entre 1890 e 1930.
Além de fotos, o Museu conta ainda com um acervo de filmes, vídeos e fitas sonoras.
Todo o material do Serviço de Registro Audiovisual encontra-se disponível para pesquisa.
Horário:
De segunda a sexta-feira, das 10:00h às 17:30h.
Acessos:
Fotos - Disponíveis para pesquisa e/ou reprodução. A requisição de cópias e a cessão das imagens devem ser solicitadas por escrito à Direção do Museu. Cópias fotográficas são fornecidas após avaliação técnica das condições do material. Consulte a tabela de preços para reprodução, ampliação e cessão de direitos de imagens.
Pesquisa - Deve-se agendar junto ao SRAV (286-8899, ramal 237) visita para consulta aos arquivos fotográficos.
Filmes / Vídeos e Registros Sonoros - Disponíveis para pesquisa. Cessão de imagens de filmes e/ou vídeos cujos direitos sejam do Museu mediante solicitação por escrito à Direção do Museu do Índio.
enviado por Angela - AngBR às 19:34:12. comentários[5]
quarta-feira, 10 de agosto de 2005
RENCTAS - REDE NACIONAL DE COMBATE AO TRÁFICO DE ANIMAIS SILVESTRES

Clique AQUI para conhecer.
enviado por Angela - AngBR às 23:00:50. comentários[2]

enviado por Angela - AngBR às 22:41:13. comentários[3]
Juiz lança livro sobre direitos indígenas
(Fonte: site da FUNAI )

O Juiz Federal Roberto Lemos, da 1ª Vara de Bauru (SP), lançou no mercado mais uma importante obra, que trata dos direitos dos povos indígenas. O livro Apontamentos sobre Direito Indigenista, publicado pela Editora Juruá em 7 de julho próximo passado, tem por fim analisar o tratamento legal das questões afetas aos índios e suas comunidades, nos planos nacional e internacional. Ele registra a existência de diversos instrumentos normativos de eficácia supranacional, verdadeiro referencial para a elaboração de leis, de políticas públicas e decisões judiciais que tenham como interessados os povos indígenas.
O autor é Mestre em Direito pela Universidade Católica de Santos/SP, é Juiz Federal Titular da 1ª Vara de Bauru/SP. Foi Juiz de Direito em Mato Grosso do Sul, Juiz Eleitoral - TER/MS, Diretor da Associação dos Juízes Federais de São Paulo e Mato Grosso - Ajufesp (2001 a 2005), e Vice-Presidente da Associação dos Magistrados Brasileiros - AMB, coordenador da área de cidadania e direitos humanos (2001 a 2004).
enviado por Angela - AngBR às 22:40:17. comentários[0]
Altamira sedia os Jogos Indígenas do Pará
Os II Jogos Tradicionais Indígenas do Pará serão realizados neste ano na cidade de Altamira, entre os dias os dias 14 e 19 de agosto. Além de estimular a prática de esportes, os jogos promovem a integração étnico-cultural dos povos indígenas e fortalecem a autencidade de suas tradições.
O evento reunirá 18 etnias indígenas do Pará e outras duas do Mato Grosso, totalizando 600 atletas.
Os jogos contam com o apoio da Fundação Nacional do Índio (Funai) e patrocínio da Eletronorte e do governo do Estado do Pará.
VEJA A PROGRAMAÇÃO COMPLETA CLICANDO AQUI
PROGRAMAÇÃO COMPLEMENTAR - ARENA
Exposição Fotográfica e Cinemateca - Exibição de Vídeos Indígenas - período de 14 a 19/08/05, das 14h às 20h.
Casa do Encontro - oficinas - período de 14 a 19/08/05, das 14 às 20h.
Vendas de Artesanatos Indígenas - período de 14 a 19/08/05, das 14h às 20h.
enviado por Angela - AngBR às 22:38:18. comentários[0]
A lenda do Muiraquitã

(imagem e informações retiradas do site Frutos da Amazônia )
A Lenda conta que as amazonas ou Icamiabas, as nossas índias guerreiras, encontravam-se uma vez por ano com seus parceiros no lago Jaciunará, conhecido até hoje como Espelho da Lua, para um banho nupcial.
Após todo um ritual de canto e dança, as Icamiabas mergulhavam no lago encantado e traziam das profundezas o barro verde, com que faziam amuletos zoomorfos e os ofereciam aos seus pares.
Denominados Muriaquitãs, esses talismãs trazem boa sorte, protegendo os seus portadores de todos os males e perigos.
De tantos mistérios ocultos em nossa floresta, a Frutos da Amazônia resgatou o lendário Muriaquitã para você ter muita sorte, felicidade e proteção neste novo milênio. Reza a lenda, vale a pena acreditar.
(Fonte de Pesquisa: Enciclopédia da Amazônia, Carlos Roque / Jesus Pais Loureiro)
enviado por Angela - AngBR às 00:22:24. comentários[3]

(Gif obtida no Animation Factory )
enviado por Angela - AngBR às 00:09:55. comentários[3]
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